segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Ainda na onda das pulseiras








Olá!!!

Estou muito animada com o meu novo projeto, continuo produzindo muito, e tem me deixado bastante orgulhosa.

Minha mãe está em casa se recuperando de uma cirurgia, e boa parte do seu tempo ela aproveita fazendo as lindas pulseiras de macramê.
Minha filha é o termômetro para as minhas criações. Se ela gosta, vai emplacar. Se não gosta, emplaca, mas não é para a turma dela. Além disso, estica o braço para mim sempre que me aproximo, pois já imagina que vou tirar medidas ou experimentar alguma coisa. Haja paciência!
É muito bom ver as pessoas se interessando pelo meu trabalho, reclamando quando não vêem meus "lançamentos" em primeira mão, ou fazendo alguma encomenda.
Posso não fazer nada muito elaborado, mas em cada peça tem algo diferente. Como bem ressaltado por algumas pessoas, tem muita gente fazendo muita coisa, e o que importa é o diferencial.
Realmente. No entanto, acredito que o diferencial deve estar aliado ao possível. De nada adianta fazer uma peça que não seja "usável", aquela somente para ser admirada, ou tão exótica que seja difícil encontrar alguém estiloso o suficiente para encarar.
Bem, para finalizar, também fico contente em ver pessoas se animando com o que faço e experimentando o novo.
O chato é quando alguém utiliza uma foto sua e não dá os imprescindíveis créditos... Mas tudo bem, acontece.
Bola prá frente, que atrás vem gente.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Bijuterias - mais e mais pulseiras






Cá estou novamente com as pulseiras. Nunquinha antes havia imaginado que fazer biju seria interessante e lucrativo. São relativamente fáceis de fazer e de vender. Acho que estou gostando dessa nova atividade porque não deixei de fazer o crochê, que tanto gosto.
Vale a pena tentar fazer, pois em pouco tempo já vendi muito e quase não dou conta das encomendas.
Uma dica para quem está começando: compre material com "banho bom", tem muita coisa ruim no mercado daqui. Procure não usar linhas de algodão, pois ficam com aspecto de gastas e sujas.
Uma corrente excelente é a que tem elos duplos,pois dá para fazer com ela inteira, ou montando com outros elos menores, ou fazendo duas correntes separadas.

Já os símbolos da paz, caveirinhas, peças vintage... em Cuiabá não tem, só uns pouco bonitinhos.

Hj fiz várias pulseiras com caveirinhas. Apesar de tétricas, são bonitinhas. A garotada está louca por elas.

Quero fazer um passo a passo de um bracelete que é campeão de vendas, mas preciso de teeeemmmmpooooo... Isso tenho pouco.
Então... até mais, tenho muitos elos para arrumar.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Bijuterias - mais pulseiras

As famosas pulseiras do rosário, ou decenário. No caso, feitas com fio encerado. Dá para fazê-las com fio de seda, ficam menos "adolescênticas". Vi numa revista um colar com seis voltas, com nozinhos de São Francisco no fio de seda. Maravilhoso.



Aqui pulseiras em macramê (tem um fio de crochê tb). Não sei fazer, minha mãe quem fez a base (sorry, I can't be perfect).

Essa é ótima, para as básicas. Só corrente com fita de cetim.

O que está bem atual por essas bandas são também pulseiras com fio, o símbolo da paz, caveirinhas... A vez do laço parece que passou.
Já fiz muito mais coisas, mas somente hj tive tempo de fotografar e postar. Ou faço uma coisa, ou outra. Às vezes fico embananada e não faço nenhuma delas.
Confesso que estou com saudades de bordar, pintar latas.
Mas diversificar é bom. Ou não?

Créditos: braço da A.B.; maquiagemF. Torquato; fotografia Baná (hauhauauahuah)

Bijuterias





Fio encerado trançado com correntes. Pode ser usado como pulseira ou como cinto. Fica lindo num vestidinho.

Prefiro usar botões, ao invés de fechos, acho que fica melhor.

Inicialmente não tinha interesse em fazer biju, mas cedi à pressão da filhona e da sobrinha, interessadíssimas que estão nas pulseiras do rosário, de corrente com crochê, trançadas com fio ou com fitas.

Comecei meio assim, assim... E agora estou às voltas com uma montanha de correntes e fios, durmo e acordo fazendo pulseiras!
É uma atividade interessante , as fontes são muitas. O problema é a falta de bons materiais, ao menos em Cuiabá. Mas dá para contornar, só que fica mais dispendioso, e às vezes não encontro o que quero, pois, como sou iniciante, nem sei direito o que preciso.. hehehe
Um blog maravilhoso que encontrei é o da linda Mariana Espindola Kirkpatrick , que, generosamente, mostra como criar e vender bijuterias, é tudo de muito bom gosto e eclético. Vale muito a pena passar lá.
Então estou mostrando o que tenho feito, se gostarem, ou não, digam-me.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Festa Arco Íris da Letícia













Ando bastante sumida do mundo virtual, mas tenho uma boa justificativa, dediquei-me a fazer o niver da L. , que foi quase todo feito por mim, exceto o buffet.
Não gosto daquelas festinhas tradicionais, com milhares de balões ecologicamente incorretos, e totalmente impessoais.
Busquei inspiração na net, claro, no encontrando ideias , aqui, Dona Chica e o Gato, e outros tantos. Foram muitos dias e noites de "pesquisa" para desenvolver o tema Arco Íris, que muito bem reflete a pessoinha Letícia, alegre, e que encheu de cores nossas vidas.
Foi a primeira festinha que fiz pessoalmente, e gostei muito. Contei, ao final, com a efetiva participação da minha família (minha mãe fez a toalha da mesa - eu sei, eu sei, a ordem das cores não ficou correta - , minha irmã ajudou com os pompons, minha filha e minha sobrinha deram o apoio "logístico").
Os convites foram colocados em pequenos envelopes de feltro com os nomes bordados à mão.
Os enfeites das mesas foram feitos com todas as latas de leite em pó consumidos pela L. (o meio ambiente agradece), com um pompom numa haste colorida. As lembrancinhas foram saquinhos de tecido cheio de guloseimas.
Com duas piñatas, carrinho de picolé, pula pula elástica e infláveis fiz a alegria e a confusão entre a criançada.
Na mesa do bolo, cupcakes, cake pop, marshmellows, brigadeiro no copinho de sorvete, bicho de pé, beijinho, jujubas, delicados, confetis... Huuummmm...
Como não contratei fotógrafo, as fotos não são as melhores, e nem tudo foi registrado, ficaram detalhes bem graciosos. Eu mesma nem quis saber dessa tarefa, quis me divertir e ver a alegria de todos.
Comecei a fazer os pompons e as lembrancinhas uns quinze dias antes. Enquanto as latas secavam, eu fazia pompons que iam sendo amontoados e espalhados pela casa. Foi uma festança a preparação, antes e no dia.
Fiquei tão animada que já estou pensando nos aniversários do ano que vem. hehehehehe

domingo, 12 de setembro de 2010

Reciclando

No meu trabalho, como em tantos lugares, os materiais descartados são inúmeros. Dentre eles umas embalagens de CD ou DVD.
Uma querida colega (que adora rir) guardou para mim. Muito feliz por salvar aquele objeto até então inútil do seu fatídico destino - o lixo (adoro fazer isso!), como sempre fomos para casa minhas sacolas, latas, a embalagem e eu.
Hoje, depois de muito lamentar o mau tempo, num momento de extremo ócio, percebi que aquela coisinha seria perfeita ...
PARA GUARDAR VIÉS!
E olha no que deu:



E também fica ótimo para colocar o rolinho de fio de seda. De outra marca, que o rolo não é consistente como o da foto, cabem dois.


Dá até para fazer um furo para passar a ponta do fio, pois a tampa é de plástico mesmo, não é acrílico (menos mal).

Faço, agora, minha mea culpa.
Ao invés de só reclamar do tempo ou das pessoas, TRABALHAR E PRODUZIR é muito melhor!!!
Salve!

Mato Grosso em fogo vivo


Não tenho nada para mostrar, nenhuma novidade para contar, exceto a desesperança que se abateu sobre mim...
Não acredito que algum dia tenhamos consciência e educação ambiental o suficiente para não provocarmos novamente a situação pela qual Mato Grosso está passando.
O desmatamento desenfreado, fiscalização ineficiente e muitas vezes corrupta, produtores rurais que, em nome da produção avançam sem pudor ou medo sobre matas ciliares, reserva legal, área de preservação, ateiam fogo e alegam ter sido acidental ...
Pessoas nas cidades que queimam o lixo que poderia simplesmente ser enterrado ou reciclado, destroem nascentes de córregos que constroem os rios, "lavam" calçadas, vitrines, quintais inteiros...
No final de semana percorri mais de 500 quilômetros e só vi queimada dos dois lados da estrada durante todo o percurso!
Não temos qualidade de vida, respiramos o ar sujo e pesado de chumbo, cadmio e dioxina da fumaça originada da queima de plásticos, folhas, madeira, papel. Ingerimos veneno!
Como registrou a Lena , nem mesmo o cerrado - o bioma mais frágil da terra - está sendo poupado!
Mas enquanto tempos melhores não vêm, curto essa imagem do por do sol de Cuiabá visto do alto da minha varanda antes da fumaça! Que saudades!

Espia o chapéu vintage. Tal como a mãe, Dona L. adora o brechó Achei Bacana - Av. Rubens de Mendonça, 500
Olhem bem a foto..."Onde está Wally"???